Perguntas Frequentes
Dúvidas comuns sobre aposentadoria, benefícios do INSS e como funciona o nosso atendimento. Clique em cada pergunta para ver a resposta.
Quando posso me aposentar pelo INSS?
Depende da modalidade. Pela regra geral atual, a Aposentadoria por Idade exige 65 anos (homens) ou 62 anos (mulheres), com pelo menos 15 anos de contribuição. Quem já contribuía antes da Reforma da Previdência de 2019 pode se enquadrar em uma das regras de transição, que costumam ser mais vantajosas. A forma mais segura de saber exatamente quando e como se aposentar com o maior valor possível é um planejamento previdenciário.
O INSS pode negar meu pedido de aposentadoria ou benefício? O que fazer?
Sim, e negativas por pendências no CNIS, documentação incompleta ou interpretação equivocada das regras são comuns. Diante de uma negativa, é possível entrar com recurso administrativo (geralmente em até 30 dias) ou buscar a via judicial. O primeiro passo é sempre entender o motivo exato do indeferimento antes de decidir o melhor caminho.
Meu auxílio-doença foi negado pelo INSS. O que fazer agora?
A negativa costuma acontecer por falta de qualidade de segurado, carência insuficiente ou porque a perícia do INSS não reconheceu a incapacidade. Vale reunir laudos e exames que comprovem a condição e entrar com recurso administrativo ou, se necessário, ação judicial com perícia por médico nomeado pelo juiz. Quanto mais cedo isso for feito, menor o tempo sem receber o benefício.
O que é o BPC/LOAS e quem tem direito?
É um benefício assistencial de um salário mínimo mensal para idosos a partir de 65 anos ou pessoas com deficiência, em famílias com renda per capita de até 1/4 do salário mínimo (com flexibilização em casos de vulnerabilidade comprovada). Diferente da aposentadoria, não exige contribuição prévia ao INSS. Negativas por renda "acima do limite" são frequentes e, muitas vezes, revertidas na Justiça.
É possível revisar um benefício que já foi concedido?
Sim. Benefícios concedidos com erro de cálculo, com vínculos ou salários incorretos no CNIS, ou limitados indevidamente pelo teto do INSS em anos anteriores podem ser revisados. O prazo para pedir revisão é, em regra, de 10 anos a partir da concessão, com valores retroativos limitados a 5 anos. Vale a pena conferir a Carta de Concessão do seu benefício para identificar se há diferença a receber.
Preciso mesmo de um advogado para lidar com o INSS?
Para pedidos simples e sem complicação, muita gente resolve sozinho pelo Meu INSS. Mas quando há negativa, pendência de documentação, tempo especial ou rural a comprovar, ou dúvida sobre qual regra é mais vantajosa, um advogado previdenciário ajuda a evitar erros que custam meses de espera ou um benefício de valor menor do que o devido. Na dúvida, uma avaliação inicial gratuita já esclarece se vale a pena.
O atendimento é só presencial ou dá para resolver tudo online?
Todo o atendimento pode ser feito à distância, pelo WhatsApp: envio de documentos, análise do caso, acompanhamento do processo e esclarecimento de dúvidas. Isso facilita bastante para quem mora fora de Brasília ou tem dificuldade de locomoção — boa parte dos nossos clientes nunca precisa ir a um escritório físico.
Quanto tempo demora um processo previdenciário?
Varia bastante conforme o tipo de pedido e se ele é feito na via administrativa (direto no INSS) ou judicial. Pedidos administrativos sem pendência costumam sair em semanas; recursos e ações judiciais podem levar de alguns meses a mais de um ano, dependendo da complexidade e da fila do órgão ou tribunal responsável. Um planejamento prévio ajuda a evitar atrasos causados por documentação incompleta.
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